domingo, 15 de junho de 2008


No teu corpo...


No seu corpo eu me prendo

Depois de um breve momento querendo me encontrar

No seu corpo me deslizo sorrateira

Deixando os medos lá fora


Fazendo o coração comandar

Numa paz plena e frenética

Que sabe aonde vai chegar.


No seu corpo o meu tempo é eterno

A minha busca não cessa

Me fortalece, seduz e eu enfim tenho paz


Por que no seu corpo há sempre saídas

Há sempre vontade

Há sempre encontros.


No seu corpo a fome jorra

As palavras soluçam

O tempo evapora

E o amor, eterniza.

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